UK PACT
Capacitação para uso da ferramenta de avaliação de risco climático para operações de crédito em Bancos de Desenvolvimento.
Este curso é voltado para equipes responsáveis pela análise de crédito, equipes de sustentabilidade e outras áreas de Instituições Financeiras de Desenvolvimento (Bancos de Desenvolvimento e Agências de Fomento) da América Latina que estejam engajadas ou tenham a intenção de desenvolver conhecimento sobre a avaliação de riscos climáticos (físicos e de transição) em operações de crédito.
Acesse www.esgacademy.com.br/fale-conosco e preencha o formulário com seu nome completo, e-mail corporativo e instituição. Seu cadastro será realizado em até dois dias úteis. Ressaltamos que o curso é limitado a colaboradores de Instituições Financeiras de Desenvolvimento (como Bancos de Desenvolvimento e Agências de Fomento).
Não, o curso é gratuito, porém é limitado a Instituições Financeiras de Desenvolvimento (Bancos de Desenvolvimento e Agências de Fomento).
Sim, materiais de apoio serão disponibilizados junto à ferramenta e prevê-se o oferecimento de suporte para uso da ferramenta ao longo de seis meses após a entrega do projeto.
Não, a ferramenta foi projetada para avaliar o risco climático de uma determinada operação em uma localidade específica. Isto é, a visualização da carteira de crédito como um todo não é objeto da ferramenta e, portanto, a premissa é analisar cada uma das linhas de produção separadamente, considerando apenas um produto por vez em setores-chave cobertos pela ferramenta - sendo estes: agropecuária (cultivo de café, soja e cana-de-açúcar; e criação de bovinos, suínos e aves), energia (geração de energia solar, eólica e hidrelétrica, e linhas de transmissão), indústria da transformação (fabricação de álcool e/ou açúcar, laticínios e peças e acessórios para veículos automotores) e infraestrutura (portos, aeroportos, rodovias e saneamento).
Tais setores foram escolhidos com base na relevância em termos de valor de projeto e número de projetos nas carteiras de crédito dos dois beneficiários diretos do projeto (BNDES e BDMG), mas também buscando refletir da melhor forma os setores mais relevantes para outros bancos de desenvolvimento do país.
Não necessariamente. Esta relação depende do setor de atividade da operação, ou seja, cada setor possui um risco físico e um risco de transição ponderado de forma diferente. O consenso é que a mudança climática impacta de alguma forma a probabilidade de inadimplência; muitos prejuízos já foram quantificados, mas ainda há necessidade de pesquisa para definir dos canais de transmissão para o índice de risco de crédito.
Depende da maturidade da instituição e, portanto, existem diversas maneiras de realizar essa incorporação. Uma abordagem para tal consiste na integração nas métricas de crédito integrando efetivamente o risco climático com o risco de crédito por meio de ajustes no rating do mutuário. Outra abordagem consiste em fornecer informações qualitativas que podem ser integradas nos relatórios de classificação de crédito através de texto explicativo oferecidos pela ferramenta que resumam o significado do índice de risco climático de forma a permitir seu uso como input para o relatório de análise de crédito.
A ferramenta fornece insumos para atender às demandas regulatórias do Banco Central pois oferece um índice de risco climático geral, físico e de transição (gerado através da seleção de diferentes cenários climáticos, horizontes temporais e com granularidade regional por municipalidade) acompanhado de outras informações específicas necessárias para respaldar e cumprir parcialmente as tabelas e resoluções do BACEN. Vale ressaltar, porém, que como já foi dito anteriormente, existem limitações como os setores produtivos inclusos na ferramenta, bem como a variação entre a maturidade de cada instituição nesta área.